A essa altura, só se fala do lançamento de GTA 6. Para os fãs de cinema, no fim do ano teremos Vingadores: Doutor Destino e Duna 3 — enquanto ainda vemos os resultados avassaladores de Homem-Aranha: Um Novo Dia. No âmbito de TV, streaming e esportes ao vivo, a Copa do Mundo de futebol masculina foi o grande evento deste ano.
Contudo, tem muita coisa que acontece antes de tudo isso surgir nas telas do mundo inteiro. E o que vem depois — a bilheteria, a audiência, os resultados — ajuda a definir as próximas decisões do mercado. Boa parte dessa história fica fora de cena, sem estar no quadro.
Até agora.
É uma dor que vejo no dia a dia de muita gente aqui no Brasil — tanto profissionais quanto estudantes, fãs ou apenas curiosos. Como acompanhar as movimentações da indústria do entretenimento para além dos fatos desconectados? Qual é a leitura desses passos? Quais são as forças invisíveis (e visíveis) que empurram o mercado nacional e mundial? Quem está tomando as decisões certas — e quem está errando? Por que um estúdio cresce enquanto outro tropeça? Por que um filme vira fenômeno enquanto outro flopa? Qual é o impacto da inteligência artificial na cultura de massa?
Essas são perguntas para as quais trago respostas há muitos anos. Seja no Judão — do qual fui editor por 12 anos e que retornou recentemente —, no Filmelier — que eu co-criei —, na coluna que assino no UOL há mais de quatro anos ou no LinkedIn, onde sou Top Voice e tenho cerca de 340 mil seguidores.
Mas chegou a hora de dar o próximo passo. Mais do que centralizar a cobertura, o objetivo é transformar essa missão pessoal em um veículo. Algo que coloque em prática também a movimentação que vejo na própria mídia, na comunicação e no jornalismo. Que traga um contato mais próximo entre apuração, texto e leitor — sem intermediários, algoritmos ou IAs inundando o nosso feed com slop.
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Às sextas, o noticiário será mais denso, com dados, resultados financeiros e os principais anúncios dos últimos dias — incluindo por que eles importam. E, claro, uma prévia do grande momento do entretenimento: o fim de semana.
Esse é só o começo. Agora é hora de colocar a mão na massa — mas este é também um projeto que precisa do seu apoio. Assine, é totalmente grátis. Indique para quem mais pode se interessar pelo conteúdo. Faça o boca a boca correr. Esse é o maior apoio que você pode dar para que Quadro se torne longevo.
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